“Vigília de Oração pela Vida” Diga NÃO ao aborto!

CNBB convoca para Vigília de Oração pela Vida

Sáb, 07 de Abril de 2012 14:32 / Atualizado – Sáb, 07 de Abril de 2012 17:56 por: cnbb

Na próxima quarta-feira, dia 11/04, o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza o julgamento sobre a descriminalização do aborto de anencéfalos – casos em que o feto tem má formação no cérebro. A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou nesta Sexta-feira Santa, 06/04, uma carta a todos os bispos do país, convocando para uma Vigília de Oração pela Vida às vésperas do julgamento.

Em agosto de 2008, por ocasião do primeiro julgamento do caso, a CNBB publicou uma nota que explicita a sua posição. “A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. (…)Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis.  O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso. A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede,  que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade”.

A seguir, a íntegra da carta da presidência da CNBB, bem como o texto completo da nota sobre o assunto.

Brasília, 06 de abril de 2012
P – Nº 0328/12
Fonte: cnbb.org

Domingo, 1º de abril, Missa de ramos

Missa em horário normal!

2o DOMINGO DA PAIXÃO

SOLENE PROCISSÃO

EM HONRA DE CRISTO REI

Paramentos vermelhos

Reportemo-nos ao século IV. Em Jerusalém lia-se hoje, no próprio lugar em que a cena se desenrolou, a passagem do evangelho referente à entrada triunfal de Jesus na Cidade Santa, aclamado pelo povo como Filho de David e Rei de Israel. Um bispo, montando um jumento e rodeado da multidão, que, ao som e ritmo de hinos e antífonas, agitava ramos festivos, subia ao alto do Monte das Oliveiras, e entrava na igreja da Ressurreição. A igreja de Roma adotou este costume, no século IX, e ajuntou-lhe os ritos da bênção dos Ramos. Nós, portanto, reproduzimos o que os judeus fizeram. Na procissão dos Ramos, é o povo cristão que, na plenitude da fé, faz seu o gesto dos Judeus lhe dá todo o seu significado. À imitação do povo de Jerusalém, nós clamamos a Cristo, como triunfador: «Hosana ao Filho de David! Bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel!» Conhecendo, pela fé, a sequência e o sentido dos acontecimentos, sabemos o que é, e o que representa o seu triunfo. Ele é o Messias, Filho de David: Filho de Deus, sinal de contradição» aclamado por uns, detestado por outros. Enviado ao mundo para nos arrancar ao pecado e ao poder de Satanás, sujeita-se aos opróbrios da Paixão, castigo de nossas faltas. Mas, vencedor da morte, sai triunfante do túmulo, restitui-nos a paz de Deus e eleva-nos consigo para o reino do Pai celeste.

Retirado do Missal Romano Quotidiano.

Só haverá santa Missa aos domingos no IBB!

Caros, salve Maria!

Informo que devido à reforma pela qual está passando a capela do Instituto Bíblico de Brasília, o “IBB”, só haverá Missa nestas duas próximas semanas aos domingos, não havendo missas, portanto, nas segundas e quintas-feiras, até a 2º semana de abril.

Aos domingos a santa Missa está ocorrendo normalmente.

Salve Maria Santíssima!

Cleber Lourenço.

O Papa vai celebrar a “Missa Tridentina”?

Desde a promulgação do motu proprio Summorum Pontificum (07/07/2007) por Sua Santidade o Papa Bento XVI, gloriosamente reinante, têm freqüentemente aparecido rumores de que o Santo Padre estaria celebrando privadamente a chamada Missa Tridentina em seus apartamentos. Tais informações, as quais até o momento não foram confirmadas pela Santa Sé, têm gerado vários debates: se o Papa pode, se ele deveria ou até se ele vai celebrar publicamente uma Missa Papal Solene (sendo que poderíamos citar muitas discussões em vários idiomas, freqüentemente longas e polêmicas).

Continue lendo.

Aos poucos a Tradição Católica vai conquistando seu devido espaço!

Nossos agradecimentos a este digno sucessor dos Aspóstolos, D. Huonder. Que mais bispos possam se juntar a este valoroso bispo e também apoiarem o santo Padre, o Papa, na restauração da Liturgia Católica.

Hoje é na Suíça, amanhã, queira Deus, poderá ser no Brasil, Terra de Santa Cruz!

Cleber Lourenço.

Esperança para os padres diocesanos da Tradição: criadas 2 paróquias pessoais para a Missa de Sempre em uma só diocese.

Secretum Meum Mihi | Tradução: Fratres in Unum.com – A agência Kipa/Apic informa sobre a criação oficial na diocese de Chur, Suíça, de duas paróquias pessoais para os fiéis ligados à Forma Extraordinária.

Dom Vitus Huonder, bispo de Chur, Suíça.

Dom Vitus Huonder, bispo de Chur, Suíça, celebrando o Rito Romano Tradicional.

O comunicado oficial (PDF) foi publicado com data de 27 de fevereiro de 2012 no próprio sítio da diocese de Chur na Internet. Nele se informa que, com data de 22 de fevereiro de 2012, o bispo de Chur, Mons. Vitus Huonder, constituiu a Paróquia de Maria Imaculada em Oberarth como paróquia pessoal para a Forma Extraordinária, para os fiéis da Suíça central, e a Paróquia de São Maximiliano Kolbe para os fiéis do Cantão de Zurique.

O comunicado esclarece que na realidade não se trata da criação destas duas paróquias pessoais, mas sim da oficialização de uma situação pré-existente que não era muito clara, já que existiam anteriormente dois centros onde se celebrava a Santa Missa segundo a Forma Extraordinária.

Mais adiante o comunicado explica o que é uma paróquia pessoal e ao final menciona que em outros lugares do planeta existem paróquias pessoais para a Forma Extraordinária, como as que  acabam de ser criadas em Chur.

Esta é uma atitude corajosa de Mons. Huonder, que desde que foi nomeado bispo de Chur conta com uma forte oposição de seus colaboradores mais próximos e outras maçãs podres do ultra-progressismo. Uma delas inclui uma solicitação de sua renúncia, em vista da qual Mons. Hounder solicitou ajuda na Congregação para os Bispos, a fim de solucionar a problemática. Além disso, o sítio Gloria TV publicou um documento em apoio a Mons. Hounder (ver aqui). Depois de recebido em Roma, soube-se que Mons. Hounder recebeu um amplo respaldo não só por parte da Congregação para os Bispos, mas também do próprio Santo Padre (ver aqui).

Supomos que esta medida foi animada pelo respaldo que Mons. Hounder obteve no Vaticano e também supomos que toda essa caterva que lhe faz guerra começará a se queixar e a criticar a medida.

Pergunta: Como é que em uma diocese tão pequena se pode criar simultaneamente duas paróquias pessoais para a Forma Extraordinária e nas dioceses ou arquidioceses grandes seria impensável a criação de, pelo menos, uma paróquia? Pensemos em lugares como, por exemplo, Buenos Aires, Santiago, Caracas ou São Paulo.

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Notícias já publicadas no Fratres in Unum sobre Dom Huonder:

A língua litúrgica na Igreja

A Igreja emprega na missa a língua latina.

I. A língua latina convém ao culto católico porque é venerável, misteriosa e invariável. 

A língua latina é venerável pela sua antiguidade: era a que empregavam os cristãos dos primeiros séculos para celebrar os louvores de Deus [1]. “Sente-se comoção e entusiasmo quando se ouve oferecer o Santo Sacrifício da mesma língua e com as mesmas palavras de que se serviram os primeiros cristãos nas profundidades sombrias das catacumbas” (Gir.). – A língua latina é uma língua misteriosa, porque, como língua morta, o povo não a compreende. Empregando-a, dá-se a entender que no altar se passa alguma coisa que se não pode compreender, alguma coisa misteriosa. Nos primeiros séculos do cristianismo, o altar estava encoberto por um véu desde o Sanctus até a Comunhão. Este uso desapareceu, mas existe sempre um véu diante do altar: é a língua latina que o povo não compreende e que nos torna os santos mistérios veneráveis. – Finalmente por ser língua morta é invariável e significa com isto a imutabilidade da doutrina católica, que não muda, como não mudam as formas desta língua [2]. – Além disso, convém notar que os Judeus e os Pagãos se serviam, no seu culto religioso, de uma língua que não era a língua vulgar. Entre os Judeus, por exemplo, empregava-se o antigo hebreu, que era a língua dos Patriarcas. Jesus Cristo e os Apóstolos assistiram ainda ao ofício divino que se celebrava nessa língua e a história não nos diz que Jesus Cristo e os Apóstolos hajam censurado esse costume. – Na Índia, o sânscrito é a língua sagrada, e difere dos dialetos que usa o povo. – Os Gregos, quer os não unidos quer os unidos, empregavam nas suas igrejas o grego antigo, e não o grego moderno ou vulgar. – Até na Igreja russa se servem do grego antigo, ao passo que o povo fala o eslavo. A igreja Anglicana emprega o inglês antigo. Só os Romenos unidos se servem, com aprovação de Roma, da sua língua materna (Isso até a trágica reforma litúrgica de Paulo VI. N. do blog). 

2. A língua latina no serviço divino é muito útil à Igreja: contribui para manter a sua unidade e evita muitos inconvenientes.

 A língua latina serve para manter a unidade na Igreja; liga entre si, e com a Igreja-Mãe de Roma, as Igrejas espalhadas pelo universo, e assim colmaem parte o abismo que separa os diferentes povos da terra. “A língua latina da Igreja faz de todos os povos e de todas as raças do mundo uma só família de Deus, o reino de Jesus Cristo. O altar é cópia da Jerusalém celeste, em que todos os anjos e os santos cantam com uma voz unânime os louvores de Deus” (Gir.). Se a língualatina não fosse a língua oficial da Igreja, seria impossível haver, nos concílios,uma discussão comum entre os bispos, uma troca recíproca dos pensamentos dos pareceres dos teólogos e doutores de tantos povos diversos. Que enorme prejuízo daí viria à Igreja! (Deh). A língua latina, que vem de Roma, recorda-nos também que pertencemos à Igreja romana e que foi de Roma, Igreja-Mãe, que os missionários foram enviados às nossas terras e espalhas nelas a fé católica; ela é, pois, uma exortação contínua à unidade. – A língua latina evita muitos inconvenientes; como língua morta, não varia; o sentido das palavras permanece o mesmo através dos séculos, o que não se dá com as línguas vivas, que mudam muitas vezes no decurso dos séculos. Se a língua litúrgica fosse uma língua viva, facilmente nela se introduziria heresias. Por outro lado o latim evita que homens grosseiros abusem, fora dos ofícios divinos, das palavras e orações sagradas para fazerem com elas audaciosos gracejos, ou que mofem das coisas santas. – A Igreja, todavia, não teve a mínima idéia de manter os fiéis na ignorância do significado das funções sagradas: pelo contrário, ela ordena seus sacerdotes que expliquem a missa e as suas cerimônias, tanto na escola às crianças como no púlpito aos adultos (Conc. Trid. XXII, 8). Além disso, não é necessário que o povo conheça todas as cerimônias nos seus mais pequenos pormenores. “Se entre os ouvintes alguns há que não compreendem palavra por palavra o que se reza ou canta, sabem, contudo, que se reza e canta em louvor de Deus, e isto basta para excitar a piedade” [3] (Sto. Agost.; Sto. T. de Aq.). De mais, a experiência ensina que a língua latina não impede nada a piedade dos fiéis; com efeito, as nossas igrejas, apesar desta língua, estão de ordinário tão cheias, que não bastam para conter osfiéis. – A língua latina também não tem intenção de depreciara língua nacional, porque a emprega com freqüência na pregação, na administração dos sacramentos, no confessionário, nas devoções da tarde, nas orações depois da missa, etc., portanto, se se emprega a língua latina na missa, mais do que nas outras funções litúrgicas, é porque a missa é um sacrifício e não uma prédica ou uma instrução para o povo. De mais, o padre deve recitar em voz baixa a maior parte das orações da missa, e o povo não as ouviria, portanto, mesmo se fossem ditas em língua vulgar. “Além de que o santo sacrifício da missa consiste mais nas ações do que nas palavras: as ações, as cerimônias, os movimentos, falam suficientemente por si mesmos uma linguagem compreensível” (Belarm.). – Se, como alguns desejam, se empregasse exclusivamentea língua vulgar no cultodivino, os indivíduos de nacionalidade diferente tornavam-secomo estranhos à sua religião. O emprego da língua nacional diminuiria até o respeito que se deve ter à missa, assim como o zelo de assistir a ela, como a experiência o demonstrou no tempo da Reforma, quando, para imitar os protestantes, se haviam traduzido fielmente as orações da missa. Aqueles que desejariam se empregasse a língua nacional no serviço divino, viriam, quando muito, uma vez à igreja por curiosidade, para de novo se afastarem dela, porque não é a língua latina o que eles detestam, são as verdades da religião, que lhes advertem que mudem de vida. “Essas pessoas deviam ocupar-se menos de corrigir as palavras da boca do que os sentimentos íntimos dos seus corações” (Mons. Sailer).

Fonte: Catecismo Católico Popular, Terceira Parte.


[1] Se bem que é verdade ter o grego sob este ponto de vista maior dignidade; por isso a Igreja Católica usa ambos os idiomas; porém, no ocidente emprega comumente o latim, mais semelhante às nossas línguas modernas.

[2] Deste modo favorece a sua conservação, pois, com a mudança das palavras, variam também pouco e pouco os conceitos.

[3] Muitas vezes se dá o caso de pessoas pouco instruídas, que assistem a uma ópera italiana, nada perceberem do diálogo; mas basta-lhes para deleite entender em conjunto a ação e perceber a beleza da música. Assim também o que não entende o latim, percebe, todavia, a solenidade do culto e entra em sentimentos de devoção.